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derivatives in finance
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O que são derivados em finanças?

Os derivados são um acordo financeiro que estabelece um valor através do valor de um ativo subjacente. Isto significa que eles não têm valor por si próprios, mas dependem do ativo ao qual estão ligados.

Os derivados são um acordo financeiro que estabelece um valor através do valor de um ativo subjacente. Isto significa que eles não têm valor por si próprios, mas dependem do ativo ao qual estão ligados.

Os contratos de derivados existem, desde tempos imemoriais, em que os mesmos eram usados para manter o equilíbrio na troca de bens ou serviços, a uma escala global Hoje, o mercado de contratos de derivados está a crescer porque eles tornam a negociação e as transações do utilizador mais acessíveis. Com os derivativos, os traders não precisam de preocupar-se com a complexidade das várias moedas e as diferenças dos sistemas de contabilidade nacionais que antes impediam as transações entre os utilizadores.

Então, o que é um derivado financeiro?

Derivados financeiros, conforme mencionado acima, são contratos que assentam o seu valor num ativo subjacente. Com um derivado, o vendedor do contrato não tem necessariamente de possuir o ativo, mas pode dar o dinheiro necessário ao comprador, para que ele o adquira ou dar o comprador outro contrato derivado.

Estes derivados financeiros são utilizados para cobertura de investimentos e para especular. Assim, se um trader deseja especular sobre um derivado, eles podem obter lucro, se o preço da sua compra for inferior ao preço do ativo subjacente. Por exemplo: se quer comprar um contrato de futuros (do qual falaremos mais tarde) para qualquer ativo que tenha um preço de $1.000, e o preço do mesmo, no final do contrato, aumentou para $1.100, vai ganhar $100. Além disso, também poderá beneficiar com a queda no preço de venda do ativo que selecionou.

Eles podem também ser usados como cobertura, ou seja, para minimizar os riscos de uma transação a curto prazo na qual poderá ser afetado pelas flutuações no preço do ativo.

Agora, não há apenas um tipo de derivado financeiro, os três mais utilizados são: opções, futuros e swaps.

História 

Mercado de Derivados

Os derivados não são um fenómeno novo nos mercados financeiros. De acordo com algumas fontes (principalmente rumores), eles apareceram nos séculos 25 a 21. Os comerciantes B.C. da Babilónia precisavam de equipar as suas caravanas, então começaram a fazer acordos com os credores que lhes permitiam obter empréstimos. O reembolso foi influenciado pelo sucesso da entrega. Consequentemente, os riscos foram distribuídos entre as partes. Ao mesmo tempo, os juros eram muito mais elevados do que os do empréstimo normal, para cobrir perdas em caso de perda da carga.

O próximo exemplo de derivados modernos foi encontrado na Europa do século 12. A recuperação económica fez com que o comércio se desenvolvesse, resultando na criação de leis comerciais quase ao mesmo tempo. Um documento denominado lettre de faire servia como contrato a termo de entrega de mercadorias num determinado momento.

No início do século 17, as opções de bulbos de tulipas eram comercializadas em Amesterdão. Na década de 1630, os primeiros contratos de futuros apareceram na Royal Exchange, em Inglaterra.

Mais tarde, os derivados foram usados no Japão. A história remonta à década de 1650, quando os proprietários Japoneses recebiam as rendas na forma de colheitas de arroz. No entanto, a renda dependia das condições meteorológicas. Os senhorios começaram a usar armazéns para guardar o arroz e usavam cupões de arroz. Os possuidores de cupões adquiriram quantidades específicas de arroz, numa determinada data, a um custo futuro pré-determinado. Por sua vez, os senhorios recebiam um rendimento estável como pagamento da renda.

Na década de 1930, as opções modernas de compra e venda tornaram-se um recurso comum na Bolsa de Valores de Londres.

Na década de 1960, a negociação de opções de matérias-primas e ações tornou-se prática padrão nas bolsas de valores Americanas. O primeiro contrato a termo foi feito na Chicago Board of Trade, no dia 13 de março de 1851 e, em 1865, o comércio de grãos foi formalizado com a introdução de contratos de futuros. Esses contratos foram padronizados determinando a qualidade e a quantidade específicas das mercadorias, bem como a hora e o local de entrega.

Em 1972, o departamento de Mercado de Moeda Internacional foi criado na Chicago Mercantile Exchange. Tornou-se a primeira plataforma de câmbio especializada, para negociar contratos de futuros de moedas. Antes, apenas as matérias-primas eram usadas para negociação de futuros.

Mais tarde, em 1973, foi criada a Chicago Board Options Exchange. No final da década de 1970, a negociação de derivados tornou-se prática comum em todas as bolsas de valores do mundo.

Negociação de Derivados

Negociação de Derivados

O mercado de derivados é muito grande. Acredita-se que o mercado esteja avaliado em cerca de $1,2 triliões, devido ao grande número de derivados disponíveis para ativos como moedas, ações, títulos e matérias-primas. Ainda em 2016, foi divulgado um número que apontava para os 25 biliões de contratos de derivados negociados, com a Ásia a liderar com 36% do volume, a América do Norte com 34% e a Europa com 20%. 

Hoje, o mercado de derivados como um todo está dividido em dois mercados mais pequenos. 

OTC: Sobre Balcão

Também conhecidos como derivados não negociáveis, eles são contratos que são celebrados diretamente e em privado, ou seja, eles não estão cotados em qualquer bolsa de valores. Eles são geralmente usados por bancos de investimento. 

Negociados em Bolsa

Eles estão cotados nas bolsas de valores e são usados, principalmente, pelos pequenos investidores. Eles são públicos e os termos do contrato são pré-determinados. 

Tipos de Derivados Financeiros

Os derivados financeiros assinalaram marcos importantes em toda a economia mundial. Entre os mais populares estão: 

  • Obrigações de Dívida com Garantia (CDOs)
  • Swaps e Swap com Risco de Incumprimento (CDSs)
  • Forwards

Os CDOs são instrumentos financeiros que são considerados a principal causa da crise económica que ocorreu em 2008 e que assentam o seu valor no reembolso dos empréstimos oferecidos.

Os swaps oferecem aos investidores a possibilidade de troca de bens ou dívidas por outros de valor similar, gerindo para reduzir os riscos para as partes envolvidas. Os swaps deram origem a CDS que foram vendidos como um seguro contra o incumprimento das obrigações municipais e que contribuíram para a crise financeira de 2008.

Os Futuros são outro tipo de derivado financeiro OTC e são usados para comprar ou vender um ativo a um valor previamente acordado, numa data específica no futuro.

Além disso, existem derivados financeiros que são usados para operar na rede, de forma descentralizada, ou seja, sem um intermediário. Os três mais populares são os seguintes.

CFDs

CFDs

Os CFDs ou Contratos para a Diferença) permitem-lhe comprar ou vender um certo número de unidades de um ativo em particular, dependendo da redução ou aumento do seu valor e graças à alavancagem. Os ganhos (ou perdas) dependerão da flutuação do preço do ativo. Com os CFDs, poderá abrir posições longas, se achar que o preço vai aumentar, ou posições curtas, se achar que o preço irá diminuir.

Por exemplo, suponha que o preço de uma ação é de $100 e decide comprar mil ações, por um total de $100.000. Se o preço aumentar para $105, vai ganhar $5000, uma vez que por cada ação que comprou, vai ganhar um adicional de $5. Isto significa que o seu lucro total será de $105.000. 

Futuros

Os futuros são usados para trocar um ativo subjacente, numa data futura e a um preço pré-determinado, o que protege os compradores das alterações drásticas dos preços do ativo. São usados sobretudo para negociar matérias-primas.

Por exemplo, um fabricante de biscoitos poderia comprar futuros de açúcar a um preço fixo. Desta forma, se o preço do açúcar aumentar consideravelmente, o fabricante pode comprar a quantidade necessária alguns meses mais tarde.

Opções

Opções são contratos que são celebrados entre duas partes e que permite que o titular compre (call) ou venda (put) ativos a um preço específico e numa data específica ou antes. São usados com mais frequência na negociação de ações.

Nas opções, o comprador tem o direito de comprar ou vender o ativo subjacente, enquanto o vendedor é obrigado a comprar ou vender a um preço acordado, desde que o comprador exerça o seu direito.

Por exemplo: suponha que as ações de uma empresa telefónica são avaliadas em $95 hoje. Mas, no próximo mês, a empresa vai lançar um novo dispositivo que provavelmente irá aumentar o valor das ações. Podemos então adquirir as opções call por $100 durante três meses, as quais têm, no mercado, um valor de $5 cada. Como comprador, poderá exercer o nosso direito em três meses e, como tal, o vendedor tem de vender as ações a $100.

Vantagens e Desvantagens da Negociação de Derivados

Prós e contras da negociação de derivados

Operar com derivados poderá significar um grande lucro ou grandes riscos. É por isso que, para negociá-los de forma responsável, devemos primeiro adquirir os conhecimentos necessários. 

Entre os principais benefícios, sabemos que os derivados financeiros protegem os investidores contra perdas, enquanto que, ao mesmo tempo, beneficia-os com os ganhos do ativo.

Ao contrário dos investimentos diretos em ações, os derivados permitem-lhe lucrar rapidamente. Além disso, poderá criar as suas próprias estratégias, para que possa usá-las em seu proveito.

No entanto, como se trata de um mercado aberto, os valores estão constantemente a flutuar, o que implica uma série de riscos. Um deles é que poderá perder todo o valor do seu investimento, numa questão de minutos, se o preço do mesmo cair consideravelmente.

Por outro lado, a maioria dos contratos têm uma duração pré-determinada e, como tal, o seu investimento não prospera no prazo acordado, as suas perdas poderão ser de 100%.

Finalmente, o pouco conhecimento que temos sobre derivados é o grande risco. Como o valor de um derivado depende do valor do seu ativo subjacente, atribuir um preço exacto torna-se complicado. Isto torna-os atrativos para os intrujões que tiram proveito da situação e operam contra investidores profissionais e iniciantes. 

CFDs vs Futuros e Opções

CFDs, futuros e opções permitem-lhe negociar com base nas variações do preço de um ativo. Isso quer dizer que, quando se opera com derivados, não compramos ou vendemos o ativo em si. Além disso, ambos permitem alavancagem e, como tal, poderá fazer transações com mais dinheiro do que com aquele de que dispõe atualmente. No entanto, os CFDs permitem que a alavancagem seja feitas com montantes inferiores e com ativos completamente diferentes.

Para decidir que tive de derivado usar, terá primeiro saber do que é que está à procura, desde que cada um dos derivados tenha caraterísticas particulares. Por exemplo, os futuros e opções são ideais para a abertura de posições a longo prazo, já que as suas comissões diárias são mais baratas e as suas taxas de abertura são superiores às dos CFDs.

Por outro lado, os CFDs são mais adequados para posições pequenas e curtas. Por outro lado, os CFDs, tendo maior liquidez e não tendo uma data de expiração, permite que a posição seja fechada em qualquer momento. Já com os futuros e opções é provável que não haja liquidez suficiente e o custo para desfazer a posição é muito alto.

Vale a Pena Negociar Futuros e Opções?

Anteriormente, falamos sobre as diferenças entre os CFDs, futuros e opções. No entanto, também deverá ter em conta certas particularidades entre futuros e opções, para que possa escolher aquele que for mais adequado para si.

No que diz respeito aos contratos de futuros, o comprador deve obrigatoriamente pagar o montante acordado inicialmente, quando chega à data de expiração, ao passo que nas opções, o comprador poderá cancelar o contrato.

Assim, as operações com contratos de futuros são muito mais rigorosas e oferecem uma maior segurança. As opções, por outro lado, são menos rígidas e permitirão que abandone a operação, se as circunstâncias assim o justificarem.

Porquê Investir em Derivados?

Porquê Investir em Derivados?

É verdade que estes são investimentos voláteis, mas os derivados podem ser uma excelente opção para tirar o máximo proveito do seu portfólio.

Ao utilizar derivados financeiros, é possível especular e tirar partido das variações apresentadas pelos preços dos ativos subjacentes, mas também é possível gerir e reduzir os riscos que um investimento traz consigo. 

Em caso de especulação, é possível gerar um lucro, se o preço de compra de um activo for inferior ao preço apresentado pelo mesmo ativo, no final do contrato de futuros.

Por outro lado, quando falamos sobre o uso de derivados para gerir riscos, o proprietário de uma ação poderá proteger o seu portfólio contra uma redução do valor das suas ações, graças ao uso de um derivado financeiro. Se a ação valorizar, poderá ganhar mais dinheiro, mas se a ação cair, poderá ganhar ou perder dinheiro.

Por sua vez, o aumento da alavancagem é outra excelente razão para usar derivados, dado que poderá negociar tendo apenas $10, mas abrir uma posição que valha $100 ou $1.000.

O Que é um Exemplo de Derivado?

Uma obrigação convertível poderá ser considerada um derivado. O valor de um título convertível dependerá do valor do ativo subjacente, o que o torna um título derivado.

O Que São Derivados e os Diferentes Tipos?

Um derivado é um instrumento financeiro cujo valor é baseado num ou mais ativos subjacentes, por exemplo, títulos, matérias-primas e moedas. Existem quatro tipos de derivados: futuros, swaps, opções e forwards.

Porque é Que as Empresas Usam Derivados?

Os derivados são uma forma perfeita de proteger os portfólios e de reduzir riscos. Além disso, são fáceis de usar e têm um baixo custo.

O Que São Derivados em Palavras Simples?

Um derivado é um contrato que permite ou obriga as partes a realizar certas ações, relativas a um ativo subjacente. Os derivados podem ser estruturados numa variedade de ativos diferentes, incluindo futuros, CFDs, matérias-primas, etc.

Para Que São Usados os Derivados?

Os derivados são usados para proteger os investimentos. Outro objetivo é especular sobre movimentos futuros do ativo subjacente.

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